sexta-feira, 12 de setembro de 2008
2ª CAMPANHA FAÇA UMA CRIANÇA ESPECIAL FELIZ 2008
O INSTITUTO MATHEUS DE LIMA está organizando a 2ª campanha FAÇA UMA CRIANÇA ESPECIAL FELIZ 2008.
Participe desta campanha doando um brinquedo (emborrachado, que não solte peças e atóxico) que será doado para uma criança especial.
INSTITUTO MATHEUS DE LIMA
Rua direita - Quadra 'A' Lote 01
Setor Suleste - Centro II
Niquelândia - GO
Fone: (62) 3354-1119
Participe desta campanha doando um brinquedo (emborrachado, que não solte peças e atóxico) que será doado para uma criança especial.INSTITUTO MATHEUS DE LIMA
Rua direita - Quadra 'A' Lote 01
Setor Suleste - Centro II
Niquelândia - GO
Fone: (62) 3354-1119
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
AO MESTRE COM CARINHO
É triste reconhecer, mas a carreira de professor não oferece um futuro promissor. O jovem que escolhe essa carreira provavelmente terá um salário baixo, trabalhará em escolas fisicamente degradadas, não contará com modernos equipamentos, enfrentará turmas desmotivadas e estará sujeito a atos de violência. Entretanto, são esses os profissionais que enfrentarão a guerra da construção do futuro do Brasil. São soldados do futuro, são patriotas.
A razão óbvia para essa posição está nas péssimas condições de trabalho, inclusive salariais. Por trás, há razões mais profundas. Quando um jovem escolhe a carreira de médico ou engenheiro, o pai vê três vantagens: um futuro promissor, uma boa remuneração e o orgulho de filho que ajuda a construir o País. É um soldado do futuro e bem pago. Na opção pelo magistério, o pai não tem o sentimento de construção do futuro, do respeito social pelo filho, e sabe dos baixos salários que ele provavelmente terá.
Ainda mais do que o salário, o que pesa na frustração dos pais é a falta de reconhecimento, como se esta fosse uma profissão menor. Mas a falta de reconhecimento decorre principalmente do baixo salário. Cria! -se um círculo vicioso: não é uma carreira de sucesso porque os salários são baixos, e não há reconhecimento. O professor se sente diminuído e mais diminuído fica.
Quando a falha de infra-estrutura aérea ficou evidente, o governo decidiu construir novas pistas, novos aeroportos, trens especiais para levar os passageiros. Bilhões de reais foram rapidamente prometidos. Isso porque os aviões precisam decolar. Mas não há recursos para fazer o País decolar com a construção dos aeroportos do futuro: as escolas.
A maior dificuldade para tirar o Brasil do impasse que vive sua sociedade é convencer a opinião pública de que a escola é importante e os professores são os construtores do futuro.
Quando isso acontecer, no momento em que nascer uma criança, seu pai vai colocá-la nos braços, olhará seu rostinho e dirá: "Quando crescer vai ser professor". E pensará: "vai ter uma bela carreira, um bom futuro e ajudará o Brasil a vencer nossa guerra contra a pobreza, o atraso, a desigualdade".
Texto recebido pela internet.
A razão óbvia para essa posição está nas péssimas condições de trabalho, inclusive salariais. Por trás, há razões mais profundas. Quando um jovem escolhe a carreira de médico ou engenheiro, o pai vê três vantagens: um futuro promissor, uma boa remuneração e o orgulho de filho que ajuda a construir o País. É um soldado do futuro e bem pago. Na opção pelo magistério, o pai não tem o sentimento de construção do futuro, do respeito social pelo filho, e sabe dos baixos salários que ele provavelmente terá.
Ainda mais do que o salário, o que pesa na frustração dos pais é a falta de reconhecimento, como se esta fosse uma profissão menor. Mas a falta de reconhecimento decorre principalmente do baixo salário. Cria! -se um círculo vicioso: não é uma carreira de sucesso porque os salários são baixos, e não há reconhecimento. O professor se sente diminuído e mais diminuído fica.
Quando a falha de infra-estrutura aérea ficou evidente, o governo decidiu construir novas pistas, novos aeroportos, trens especiais para levar os passageiros. Bilhões de reais foram rapidamente prometidos. Isso porque os aviões precisam decolar. Mas não há recursos para fazer o País decolar com a construção dos aeroportos do futuro: as escolas.
A maior dificuldade para tirar o Brasil do impasse que vive sua sociedade é convencer a opinião pública de que a escola é importante e os professores são os construtores do futuro.
Quando isso acontecer, no momento em que nascer uma criança, seu pai vai colocá-la nos braços, olhará seu rostinho e dirá: "Quando crescer vai ser professor". E pensará: "vai ter uma bela carreira, um bom futuro e ajudará o Brasil a vencer nossa guerra contra a pobreza, o atraso, a desigualdade".
Texto recebido pela internet.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
UMA NOVA CHANCE DE VIVER
Domingo, quatorze de fevereiro de 1999, o dia que mudou definitivamente a vida de um jovem de 23 anos e pai de seis filhos.
Claudio Ferreira de Souza, hoje com 31 anos relembra o dia em que a sua vida mudou.
Eram cerca de oito horas da manhã quando Claudio e sua família entraram em um barco em Pirapora – MG para fazer turismo no rio São Francisco. Depois de algum tempo navegando o barco parou, pois eles pediram ao piloto que parasse em algum lugar para poder dar um mergulho no rio.
Depois de o barco parar, as pessoas no barco começaram a mergulhar, Claudio e seu irmão subiram na parte mais alta do barco e pularam. Seu irmão pulou primeiro e quando caiu na água ele gritou, tinha quebrado o pé, não havia meio metro de profundidade, ele pulou em um banco de areia no meio do rio. Não deu tempo de avisar ao Claudio que imediatamente ao grito de seu
irmão, mergulhou de cabeça no banco de areia.

Claudio com seus seis filhos: Kamila, Déborah, Luis Claudio, Isadora, Jaqueline e Claudio Gabriel.
O barco em que eles estavam não tinha nenhum suporte para este tipo de acidente. Levou horas para eles conseguirem chegar ao hospital mais próximo. O hospital também não tinha recursos para tratar do caso específico dele e seria necessário transferi-lo para uma outra cidade.
A única ambulância disponível que tinha, estava sem motorista, pois como era feriado de carnaval, o motorista estava há três dias praticamente sem dormir.
O percurso para Brasília foi difícil, pois eles tiveram que parar várias vezes no caminho para dar café, guaraná ou o que fosse necessário para o motorista ficar acordado e conseguir dirigir a ambulância.
Eles chegaram ao Hospital de Base em Brasília por volta das onze horas da noite, deitado em uma maca sem colchão, claudio só foi atendido por volta das 4 horas da manhã, ele já não sentia mais os braços e nem as pernas.
Claudio passou meses internado em hospitais, teve três paradas cardio-respiratórias, fez várias cirurgias, se casou, separou, casou de novo, tudo isso após ficar tetraplégico.
Por vários meses ele foi voluntário aqui no INSTITUTO MATHEUS DE LIMA, é um dos sócios-fundadores, foi um dos criadores do informativo NOVA VISÃO, foi um dos maiores incentivadores e executores do projeto FAÇA UMA CRIANÇA ESPECIAL FELIZ.
Claudio e seu grande amigo André em Natal.
Hoje nosso amigo Claudio mora em Natal com a sua mãe, mas não vê a hora de voltar para Niquelândia e voltar a colaborar com o Instituto.
Esta é um dos grandes exemplos de como uma pessoa com necessidades especiais não precisa e não deve nunca se entregar, nós sabemos que não é fácil, mas com a colaboração da família, amigos e com incentivos das autoridades, estas necessidades especiais se transformarão em qualidades especiais que todos nós devemos aprender a respeitar.
Claudio Ferreira de Souza, hoje com 31 anos relembra o dia em que a sua vida mudou.Eram cerca de oito horas da manhã quando Claudio e sua família entraram em um barco em Pirapora – MG para fazer turismo no rio São Francisco. Depois de algum tempo navegando o barco parou, pois eles pediram ao piloto que parasse em algum lugar para poder dar um mergulho no rio.
Depois de o barco parar, as pessoas no barco começaram a mergulhar, Claudio e seu irmão subiram na parte mais alta do barco e pularam. Seu irmão pulou primeiro e quando caiu na água ele gritou, tinha quebrado o pé, não havia meio metro de profundidade, ele pulou em um banco de areia no meio do rio. Não deu tempo de avisar ao Claudio que imediatamente ao grito de seu
irmão, mergulhou de cabeça no banco de areia.

Claudio com seus seis filhos: Kamila, Déborah, Luis Claudio, Isadora, Jaqueline e Claudio Gabriel.
O barco em que eles estavam não tinha nenhum suporte para este tipo de acidente. Levou horas para eles conseguirem chegar ao hospital mais próximo. O hospital também não tinha recursos para tratar do caso específico dele e seria necessário transferi-lo para uma outra cidade.
A única ambulância disponível que tinha, estava sem motorista, pois como era feriado de carnaval, o motorista estava há três dias praticamente sem dormir.
O percurso para Brasília foi difícil, pois eles tiveram que parar várias vezes no caminho para dar café, guaraná ou o que fosse necessário para o motorista ficar acordado e conseguir dirigir a ambulância.
Eles chegaram ao Hospital de Base em Brasília por volta das onze horas da noite, deitado em uma maca sem colchão, claudio só foi atendido por volta das 4 horas da manhã, ele já não sentia mais os braços e nem as pernas.
Claudio passou meses internado em hospitais, teve três paradas cardio-respiratórias, fez várias cirurgias, se casou, separou, casou de novo, tudo isso após ficar tetraplégico.
Por vários meses ele foi voluntário aqui no INSTITUTO MATHEUS DE LIMA, é um dos sócios-fundadores, foi um dos criadores do informativo NOVA VISÃO, foi um dos maiores incentivadores e executores do projeto FAÇA UMA CRIANÇA ESPECIAL FELIZ.
Claudio e seu grande amigo André em Natal.Hoje nosso amigo Claudio mora em Natal com a sua mãe, mas não vê a hora de voltar para Niquelândia e voltar a colaborar com o Instituto.
Esta é um dos grandes exemplos de como uma pessoa com necessidades especiais não precisa e não deve nunca se entregar, nós sabemos que não é fácil, mas com a colaboração da família, amigos e com incentivos das autoridades, estas necessidades especiais se transformarão em qualidades especiais que todos nós devemos aprender a respeitar.
domingo, 20 de julho de 2008
FELIZ ANIVERSÁRIO PARA O INSTITUTO MATHEUS DE LIMA
Hoje 20 de julho de 2008 faz um ano que começamos oficialmente o nosso trabalho. Gostaríamos de agradecer a todos os nossos amigos, colaboradores e principalmente a Deus pela nossa existência.
São muitas as pessoas que estão nesta missão com o INSTITUTO, por isso parabéns a todos vocês que de alguma forma estão colaborando com o nosso propósito principal que é o de contribuir para o desenvolvimento social, econômico, da saúde, cultural e todos os fatores que levam as pessoas a terem uma maior qualidade de vida.
O Instituto Matheus de Lima vem também parabenizar a todas as mães de crianças especiais que lutam todos os dias para que seus filhos tenham uma vida normal e produtiva. Gostaríamos que elas soubessem que todos os dias quando seus filhos acordam é uma maneira que Deus encontrou de agradecer a estas mães por tanto cuidado, carinho e principalmente amor. Afinal, Ele confiou seus filhos com necessidades especiais para estas mulheres.
São muitas as pessoas que estão nesta missão com o INSTITUTO, por isso parabéns a todos vocês que de alguma forma estão colaborando com o nosso propósito principal que é o de contribuir para o desenvolvimento social, econômico, da saúde, cultural e todos os fatores que levam as pessoas a terem uma maior qualidade de vida.
O Instituto Matheus de Lima vem também parabenizar a todas as mães de crianças especiais que lutam todos os dias para que seus filhos tenham uma vida normal e produtiva. Gostaríamos que elas soubessem que todos os dias quando seus filhos acordam é uma maneira que Deus encontrou de agradecer a estas mães por tanto cuidado, carinho e principalmente amor. Afinal, Ele confiou seus filhos com necessidades especiais para estas mulheres.
sábado, 19 de julho de 2008
POR QUE INSTITUTO MATHEUS DE LIMA?

PORQUE MATHEUZINHO ANDOU.
Após 7 anos finalmente, deu os primeiros passos.
Um agradecimento à MÃE, do mais ESPECIAL DOS FILHOS
Projetos extensivos às CRIANÇAS ESPECIAIS de Niquelândia
PAPEL DO INSTITUTO MATHEUS DE LIMA NA SOCIEDADE NIQUELANDENSE:
Contribuir enquanto entidade para construção e resgate da cidadania, minimizando o impacto das desigualdades sociais sobre pessoas carentes, e portadores de necessidades especiais da cidade de Niquelândia.
Uma grande obra merece ter projeção. Um grande feito também. Pensar em desenvolvimento é garantir qualidade de vida às futura gerações do nosso município, pois realizar essa tarefa carece de pesquisas, análises, projetos e muito trabalho.
O Instituto Matheus de Lima tem como política desenvolver projetos visando o aprimoramento da educação, elevação da renda, inclusão social, capacitação tecnológica por meio da inclusão digital, restabelecimento da saúde, diminuição do passivo habitacional e social, tudo isso com o objetivo de ajudar Niquelândia a definir o seu papel no futuro.
Assim, amanhã nossos filhos e netos poderão ter melhores alternativas para decidir com mais segurança em que sociedade querem viver. O aumento populacional constante, demanda aumento do número de vagas nas escolas, mais moradias, mais empregos, mais hospitais, mais transportes, mais lazer, enfim, mais qualidade de vida, e para conseguir esse equilíbrio é necessário garantir a cada cidadão liberdade de escolha quanto ao que é melhor.
PROJETO REALIZADO
FAÇA UMA CRIANÇA ESPECIAL FELIZ


Em 12 de outubro de 2007 promovemos uma "rua de lazer" com distribuição de brinquedos para as crianças especiais. Apoiados pela comunidade e pelo comércio local, conseguimos atingir nosso objetivo reunindo essas crianças e lhes proporcionando aquilo que normalmente é dirigido para crianças comuns.As crianças especiais
AGRADECEM ESPECIALMENTE.
FUTUROS PROJETOS
GINCANA HISTÓRICA
O Projeto "Gincana Histórica" tem por objetivo incentivar a leitura e a pesquisa. Nossas crianças e jovens precisam saber mais sobre nossas origens.
Por isso nosso projeto incentiva a pesquisa para que os jovens conheçam a nossa verdadeira história.
Um trabalho de pesquisa poderá ser premiado de forma a atrair seus interesses em buscar novas informações.
Temos na nossa região verdadeiros "livros vivos do passado", pessoas idosas que estão cheias de informações e que poderão ser entrevistados pelos pesquisadores, valorizando nossos idosos como verdadeiros instrutores da nossa história.
DANÇANDO NA HISTÓRIA
A manutenção das tradições mantém a história viva no presente. A história não precisa morrer como um mero passado. Resgatar e manter vivo o nosso folclore é estar contando permanentemente a nossa história. Congada, catira, capoeira, jongo, Festa do Divino. Podemos incentivar e investir nesses eventos.
TURISMO E COMÉRCIO
Juntar o resultado das pesquisas com as nossas danças folclóricas poderá proporcionar um grande evento para Niquelândia. Explorar juntamente com o Lago da Serra da Mesa e os outros pontos turísticos poderá aumentar o número de turistas visitando a cidade e arredores. Turista traz renda para o comércio, o comércio ao crescer gera emprego. Temos todo um potencial que poderá ser explorado em favor da cidadania.
Além destes, temos outros projetos voltados para as áreas de meio ambiente, inclusão digital, esporte e lazer, cultura e outros projetos também voltados para a área de geração de emprego e renda.
Marcadores:
desenvolvimento,
social
COMO SERÁ O AMANHÃ?
“Como será o amanhã? Responda quem souber..O que irá me acontecer? O meu destino será como Deus quiser...”
A letra da música “O Amanhã” no samba de “João Sergio” ratifica o que é claro e óbvio. Ninguém sabe como será o próprio futuro.
Como tentar adivinhar o futuro de uma cidade inteira?
Como será Niquelândia daqui a dez, vinte, cinqüenta, cem anos?
Ou seja, como será a Niquelândia de nossos filhos e nossos netos?
Podemos não saber como será o futuro, mas podemos trabalhar séria e honestamente para definir como ele deverá ser, aproximando ao máximo daquilo que sonhamos e desejamos.
Hoje a nossa cidade cresce lentamente devido a sua única atividade econômica voltada para o minério. Essa exploração é responsável por grande parte da captação da mão de obra local.
Será essa a única opção da nossa cidade? Claro que não.
Niquelândia tem outras riquezas. Tem um povo hospitaleiro que já mostrou que a atividade turística se enquadraria aqui com relativa facilidade devido aos seus diversos pontos históricos.
-É de conhecimento geral que a evolução do turismo leva consigo a evolução do comércio.
-Que a evolução do comércio resulta na geração de emprego.
-A geração de emprego é responsável pela concorrência entre os jovens em busca da melhoria de vida.
-A forma de vencer é estar preparado e capacitado.
-Estudar é se preparar para o futuro, é se preparar para defender a sua história, é se preparar para representar o seu povo.
Niquelândia tem história, como se pode ver no livro REDESCOBRINDO NIQUELÂNDIA do amigo Amarildo Mulinari que com muita sapiência ali publicou os relatos do, também amigo, Dr. Maurity no texto “TRAÍRAS! UMA CIDADE E SUAS RUINAS”.
Lá o Doutor nos conta:
O início da decadência
“Traíras já foi uma das mais prósperas cidades do Centro – Oeste brasileiro. Dona de um comércio evoluído, onde algumas lojas se davam ao luxo de vender apenas seda pura; um poder judiciário atuante e moderno para a época... um fórum de causar inveja a muitas comarcas, ..., um sino fundido ali mesmo que, segundo o livro “migalhas de São José do Tocantins” de D. Francisco Prada, em sua fundição gastou-se 100 quilos de ouro,...
...Várias igrejas existiam, mas conheci duas: a de Nossa Senhora da Conceição de uma obra arquitetônica inigualável, e a Capela de Nossa Senhora de Santana...
Uma festa religiosa bastante tradicional era a de Nosso Senhor dos Passos. A igreja era uma construção barroca, bela e imponente ... .Esta monumental obra, tombada pelo glorioso Patrimônio Histórico Nacional, se desmoronou por volta dos anos 60.
O grito de socorro às autoridades competentes para tal, do Sr. José pereira, pessoa de maior destaque e visão da época foi em vão, pois juntamente com sua comunidade viu tombar o último valor histórico de Traíras.
A omissão de autoridades, responsáveis pelo crescimento ou pela depredação das obras da comunidade, nos dá uma informação precisa de quem deve ser um representante do povo.
A indicação de pessoas despreparadas para essa representação pode levar uma cidade próspera à bancarrota, à ruína,... a ser apenas uma saudade.
Traíras, ontem capital do Brasil, hoje ruínas.
Niquelândia, hoje a capital do níquel, amanhã...
Texto do NOVA VISÃO, um Informativo do Instituto Matheus de Lima
A letra da música “O Amanhã” no samba de “João Sergio” ratifica o que é claro e óbvio. Ninguém sabe como será o próprio futuro.Como tentar adivinhar o futuro de uma cidade inteira?
Como será Niquelândia daqui a dez, vinte, cinqüenta, cem anos?
Ou seja, como será a Niquelândia de nossos filhos e nossos netos?
Podemos não saber como será o futuro, mas podemos trabalhar séria e honestamente para definir como ele deverá ser, aproximando ao máximo daquilo que sonhamos e desejamos.
Hoje a nossa cidade cresce lentamente devido a sua única atividade econômica voltada para o minério. Essa exploração é responsável por grande parte da captação da mão de obra local.
Será essa a única opção da nossa cidade? Claro que não.
Niquelândia tem outras riquezas. Tem um povo hospitaleiro que já mostrou que a atividade turística se enquadraria aqui com relativa facilidade devido aos seus diversos pontos históricos.-É de conhecimento geral que a evolução do turismo leva consigo a evolução do comércio.
-Que a evolução do comércio resulta na geração de emprego.
-A geração de emprego é responsável pela concorrência entre os jovens em busca da melhoria de vida.
-A forma de vencer é estar preparado e capacitado.
-Estudar é se preparar para o futuro, é se preparar para defender a sua história, é se preparar para representar o seu povo.
Niquelândia tem história, como se pode ver no livro REDESCOBRINDO NIQUELÂNDIA do amigo Amarildo Mulinari que com muita sapiência ali publicou os relatos do, também amigo, Dr. Maurity no texto “TRAÍRAS! UMA CIDADE E SUAS RUINAS”.
Lá o Doutor nos conta:
O início da decadência
“Traíras já foi uma das mais prósperas cidades do Centro – Oeste brasileiro. Dona de um comércio evoluído, onde algumas lojas se davam ao luxo de vender apenas seda pura; um poder judiciário atuante e moderno para a época... um fórum de causar inveja a muitas comarcas, ..., um sino fundido ali mesmo que, segundo o livro “migalhas de São José do Tocantins” de D. Francisco Prada, em sua fundição gastou-se 100 quilos de ouro,...
...Várias igrejas existiam, mas conheci duas: a de Nossa Senhora da Conceição de uma obra arquitetônica inigualável, e a Capela de Nossa Senhora de Santana...
Uma festa religiosa bastante tradicional era a de Nosso Senhor dos Passos. A igreja era uma construção barroca, bela e imponente ... .Esta monumental obra, tombada pelo glorioso Patrimônio Histórico Nacional, se desmoronou por volta dos anos 60.
O grito de socorro às autoridades competentes para tal, do Sr. José pereira, pessoa de maior destaque e visão da época foi em vão, pois juntamente com sua comunidade viu tombar o último valor histórico de Traíras.
...Conheci o sobradinho que serviu de hospedagem para D. Pedro II, quando em visita pelo interior do país. Por esse motivo, Traíras chegou a ser “Capital do Brasil” por 24 horas.
...Existem ainda as ruínas do cemitério, onde estão sepultados meus avós com exceção da avó materna e algumas inscrições que no meu ver mereciam atenção especial por parte da prefeitura, principalmente por estar implantando o turismo em niquelândia.”
Acredito que ao encerrar o seu texto, o Dr. Maurity deveria estar com os olhos lacrimejantes pois, na forma em que relata, mostra a sua saudosa sensibilidade.
Como podemos ver, uma comunidade que não cuida de evoluir, que se apega a apenas uma ou outra atividade desenvolvimentista, que não está preparada para acompanhar o desenvolvimento, tende a se apagar na história e passa a ser apenas lembrança saudosa daqueles que tentaram lutar pela sua grandeza frustrada.
Acredito que ao encerrar o seu texto, o Dr. Maurity deveria estar com os olhos lacrimejantes pois, na forma em que relata, mostra a sua saudosa sensibilidade.
Como podemos ver, uma comunidade que não cuida de evoluir, que se apega a apenas uma ou outra atividade desenvolvimentista, que não está preparada para acompanhar o desenvolvimento, tende a se apagar na história e passa a ser apenas lembrança saudosa daqueles que tentaram lutar pela sua grandeza frustrada.
A omissão de autoridades, responsáveis pelo crescimento ou pela depredação das obras da comunidade, nos dá uma informação precisa de quem deve ser um representante do povo.A indicação de pessoas despreparadas para essa representação pode levar uma cidade próspera à bancarrota, à ruína,... a ser apenas uma saudade.
Traíras, ontem capital do Brasil, hoje ruínas.Niquelândia, hoje a capital do níquel, amanhã...
Texto do NOVA VISÃO, um Informativo do Instituto Matheus de Lima
UMA LIÇÃO DE HUMILDADE
Aos sete meses de idade descobrimos no hospital Anchieta, em Taguatinga-DF, que Matheus era portador de agenesia do corpo caloso, o que retardaria seus movimentos e raciocínio.
Numa reação normal de pai apaixonado pelos filhos (Tatiana, George, Themis Cristina, Aline e Carlos Matheus) me dirigi ao Hospital Sarah Kubitschek,em Brasíllia-DF, e arrogantemente quis impor meus direitos alegando ser funcionário do Senado e exigia atenção redobrada para o meu filho.
“-Estou com um grande problema, exijo atenção!
Pacientemente me encaminharam para uma sala aonde várias pessoas aguardavam e contavam a sua história.
Pacientemente me encaminharam para uma sala aonde várias pessoas aguardavam e contavam a sua história.
Uma senhora expôs a sua situação: Havia viajado durante vários dias de carona em caminhões, proveniente do estado do Acre, e ao chegar em Brasília para cuidar do filho, não tinha sequer aonde morar, pois não conhecia ninguém na cidade.
A orientadora do hospital se dirigiu a mim e perguntou:
-O senhor ainda acha que tem um grande problema?.
Foi aí que eu concluí:
Quando olhamos para nosso próximo é que vemos quem realmente somos. Toda aquela grandeza que me revestia não foram suficiente para impedir a deficiência do meu filho.
Por outro lado descobri que aquela criança que Deus entregou em minhas mãos me tornava bem maior do que imaginei, pois, a partir daquele momento eu aprendi que nossa pequinês pode ser tão infinita quanto a nossa grandeza. Tudo depende da ótica que assumimos para encarar a vida.
Com covardia ou com coragem, com descrença ou fé, com rancor ou com AMOR.
Obrigado meu Deus por me entregar essa responsabilidade.
Obrigado à Mãe do Céu por me conduzir na nobreza dessa tarefa.
Beto Lima
Obrigado meu Deus por me entregar essa responsabilidade.
Obrigado à Mãe do Céu por me conduzir na nobreza dessa tarefa.
Beto Lima
sexta-feira, 18 de julho de 2008
SEJAM BEM VINDOS AO BLOG DO INSTITUTO MATHEUS DE LIMA
A partir de agora o INSTITUTO MATHEUS DE LIMA estará com todos os amigos e parceiros na página do nosso Blog.
Assinar:
Postagens (Atom)
UMA LIÇÃO DE HUMILDADE
Aos sete meses de idade descobrimos no hospital Anchieta, em Taguatinga-DF, que Matheus era portador de agenesia do corpo caloso, o que retardaria seus movimentos e raciocínio.
Numa reação normal de pai apaixonado pelos filhos (Tatiana, George, Themis Cristina, Aline e Carlos Matheus) me dirigi ao Hospital Sarah Kubitschek,em Brasíllia-DF, e arrogantemente quis impôr meus direitos alegando ser funcionário do Senado e exigia atenção redobrada para o meu filho.
“-Estou com um grande problema, exijo atenção!
Pacientemente me encaminharam para uma sala aonde várias pessoas aguardavam e contavam a sua história.
Uma senhora expôs a sua situação: Havia viajado durante vários dias de carona em caminhões, proveniente do estado do Acre, e ao chegar em Brasília para cuidar do filho, não tinha sequer aonde morar, pois não conhecia ninguém na cidade.
A orientadora do hospital se dirigiu a mim e perguntou:
-O senhor ainda acha que tem um grande problema?
Foi aí que eu concluí:
-Quando olhamos para nosso próximo é que vemos quem realmente somos. Toda aquela grandeza que me revestia não foram suficiente para impedir a deficiência do meu filho.
Por outro lado descobri que aquela criança que Deus entregou em minhas mãos me tornava bem maior do que imaginei, pois, a partir daquele momento eu aprendi que nossa pequinês pode ser tão infinita quanto a nossa grandeza.
Tudo depende da ótica que assumimos para encarar a vida.
Com covardia ou com coragem, com descrença ou fé, com rancor ou com AMOR.
Obrigado meu Deus por me entregar essa responsabilidade.
Obrigado à Mãe do Céu por me conduzir na nobreza dessa tarefa.
Beto Lima
Aos sete meses de idade descobrimos no hospital Anchieta, em Taguatinga-DF, que Matheus era portador de agenesia do corpo caloso, o que retardaria seus movimentos e raciocínio.
Numa reação normal de pai apaixonado pelos filhos (Tatiana, George, Themis Cristina, Aline e Carlos Matheus) me dirigi ao Hospital Sarah Kubitschek,em Brasíllia-DF, e arrogantemente quis impôr meus direitos alegando ser funcionário do Senado e exigia atenção redobrada para o meu filho.
“-Estou com um grande problema, exijo atenção!
Pacientemente me encaminharam para uma sala aonde várias pessoas aguardavam e contavam a sua história.
Uma senhora expôs a sua situação: Havia viajado durante vários dias de carona em caminhões, proveniente do estado do Acre, e ao chegar em Brasília para cuidar do filho, não tinha sequer aonde morar, pois não conhecia ninguém na cidade.
A orientadora do hospital se dirigiu a mim e perguntou:
-O senhor ainda acha que tem um grande problema?
Foi aí que eu concluí:
-Quando olhamos para nosso próximo é que vemos quem realmente somos. Toda aquela grandeza que me revestia não foram suficiente para impedir a deficiência do meu filho.
Por outro lado descobri que aquela criança que Deus entregou em minhas mãos me tornava bem maior do que imaginei, pois, a partir daquele momento eu aprendi que nossa pequinês pode ser tão infinita quanto a nossa grandeza.
Tudo depende da ótica que assumimos para encarar a vida.
Com covardia ou com coragem, com descrença ou fé, com rancor ou com AMOR.
Obrigado meu Deus por me entregar essa responsabilidade.
Obrigado à Mãe do Céu por me conduzir na nobreza dessa tarefa.
Beto Lima

