Hoje 20 de julho de 2008 faz um ano que começamos oficialmente o nosso trabalho. Gostaríamos de agradecer a todos os nossos amigos, colaboradores e principalmente a Deus pela nossa existência.
São muitas as pessoas que estão nesta missão com o INSTITUTO, por isso parabéns a todos vocês que de alguma forma estão colaborando com o nosso propósito principal que é o de contribuir para o desenvolvimento social, econômico, da saúde, cultural e todos os fatores que levam as pessoas a terem uma maior qualidade de vida.
O Instituto Matheus de Lima vem também parabenizar a todas as mães de crianças especiais que lutam todos os dias para que seus filhos tenham uma vida normal e produtiva. Gostaríamos que elas soubessem que todos os dias quando seus filhos acordam é uma maneira que Deus encontrou de agradecer a estas mães por tanto cuidado, carinho e principalmente amor. Afinal, Ele confiou seus filhos com necessidades especiais para estas mulheres.
domingo, 20 de julho de 2008
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UMA LIÇÃO DE HUMILDADE
Aos sete meses de idade descobrimos no hospital Anchieta, em Taguatinga-DF, que Matheus era portador de agenesia do corpo caloso, o que retardaria seus movimentos e raciocínio.
Numa reação normal de pai apaixonado pelos filhos (Tatiana, George, Themis Cristina, Aline e Carlos Matheus) me dirigi ao Hospital Sarah Kubitschek,em Brasíllia-DF, e arrogantemente quis impôr meus direitos alegando ser funcionário do Senado e exigia atenção redobrada para o meu filho.
“-Estou com um grande problema, exijo atenção!
Pacientemente me encaminharam para uma sala aonde várias pessoas aguardavam e contavam a sua história.
Uma senhora expôs a sua situação: Havia viajado durante vários dias de carona em caminhões, proveniente do estado do Acre, e ao chegar em Brasília para cuidar do filho, não tinha sequer aonde morar, pois não conhecia ninguém na cidade.
A orientadora do hospital se dirigiu a mim e perguntou:
-O senhor ainda acha que tem um grande problema?
Foi aí que eu concluí:
-Quando olhamos para nosso próximo é que vemos quem realmente somos. Toda aquela grandeza que me revestia não foram suficiente para impedir a deficiência do meu filho.
Por outro lado descobri que aquela criança que Deus entregou em minhas mãos me tornava bem maior do que imaginei, pois, a partir daquele momento eu aprendi que nossa pequinês pode ser tão infinita quanto a nossa grandeza.
Tudo depende da ótica que assumimos para encarar a vida.
Com covardia ou com coragem, com descrença ou fé, com rancor ou com AMOR.
Obrigado meu Deus por me entregar essa responsabilidade.
Obrigado à Mãe do Céu por me conduzir na nobreza dessa tarefa.
Beto Lima
Aos sete meses de idade descobrimos no hospital Anchieta, em Taguatinga-DF, que Matheus era portador de agenesia do corpo caloso, o que retardaria seus movimentos e raciocínio.
Numa reação normal de pai apaixonado pelos filhos (Tatiana, George, Themis Cristina, Aline e Carlos Matheus) me dirigi ao Hospital Sarah Kubitschek,em Brasíllia-DF, e arrogantemente quis impôr meus direitos alegando ser funcionário do Senado e exigia atenção redobrada para o meu filho.
“-Estou com um grande problema, exijo atenção!
Pacientemente me encaminharam para uma sala aonde várias pessoas aguardavam e contavam a sua história.
Uma senhora expôs a sua situação: Havia viajado durante vários dias de carona em caminhões, proveniente do estado do Acre, e ao chegar em Brasília para cuidar do filho, não tinha sequer aonde morar, pois não conhecia ninguém na cidade.
A orientadora do hospital se dirigiu a mim e perguntou:
-O senhor ainda acha que tem um grande problema?
Foi aí que eu concluí:
-Quando olhamos para nosso próximo é que vemos quem realmente somos. Toda aquela grandeza que me revestia não foram suficiente para impedir a deficiência do meu filho.
Por outro lado descobri que aquela criança que Deus entregou em minhas mãos me tornava bem maior do que imaginei, pois, a partir daquele momento eu aprendi que nossa pequinês pode ser tão infinita quanto a nossa grandeza.
Tudo depende da ótica que assumimos para encarar a vida.
Com covardia ou com coragem, com descrença ou fé, com rancor ou com AMOR.
Obrigado meu Deus por me entregar essa responsabilidade.
Obrigado à Mãe do Céu por me conduzir na nobreza dessa tarefa.
Beto Lima
Um comentário:
eu, como morador de Niquelandia e voluntario do Instituto Matheus de Lima, jamais podeira deixar de comentar e agradecer a toda a equipe do Instituto Matheus pelo maravilhoso trabalho que tem desenvolvido e vem desenvolvendo em nossa cidade,pelas muitas pessoas que foram ajudadas e muitas que ainda serão,sabemos que a luta não é facil,mas com a graça de deus e de todas aquelas pessoas que querem dar esse presente tão importante para Niquelandia chegaremos la, obrigado Instituto Matheus pela bela atitude que a muito nossa cidade precisava.
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